sexta-feira, 25 de julho de 2014

CIDADES DE PAPEL - JOHN GREEN


Isso mesmo, mais um livro do incível John Green. E cada vez que eu leio um livro dele eu me apaixono mais pela forma de escrita e seu jeito comovente, além de histórias incríveis e diferentes.

Quentin é um estudante do último ano do Ensino Médio em uma escola em Orlando. Ele acredita em uma teoria que diz que todo mundo tem seu próprio milagre, mas que o milagre dele é ser vizinho de Margo Roth Spiegelman, menina pela qual tem um amor platônico. Certa noite Margo invade seu quarto, camuflada, intimando Quentin a cometer uma série de vinganças.
Na manha seguinte Quentin percebeu que Margo havia sumido, e ele junto de seus dois melhores amigos e a melhor amiga de Margo (Ben, Radar e Lacey) partem por uma busca divertida e intrigante por Margo. 

O livro tem uma moral muito bom, ele nos faz perceber que todos somos personagens de papel na nossa vida até que fizemos algo realmente emocionante, capaz de mudar tudo. Outra moral é que ninguém pode se passar por ninguém, pois cada pessoa é única e devemos olha-las como seres humanos e não como espelhos. 

O final do livro não é tão bom, mas ao mesmo tempo é muito perfeito! Não tem como explicar é muito bom!

"Você ouvia as pessoas para enxerga-las, e ouvia todas as coisas maravilhosas que eles faziam consigo e com os outros, mas no final das contas, ouvir faz com que você se esponha muito mais do que a pessoa a quem se estava tentando escutar."
"É muito difícil para qualquer um mostrar a nós o que realmente são de fato, e é muito difícil mostrarmos aos outros o que sentimos."
                 ISNB: 9788580573749 | Editora: Intrínseca | Páginas: 368
                                                    Nota: 4/5

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